“O Sol não está se dirigindo a cada flor, forçando-a a se abrir, pelo menos não de forma direta; entretanto, os seus raios dançam ao redor da flor, dando-lhe calor e encorajando-a delicadamente. As flores têm de ser tocadas de uma forma suave; se você forçar suas pétalas a se abrir elas não resistirão. Você conseguirá fazer com que se abram, mas ao mesmo tempo elas morrerão. O Sol simplesmente cria o clima no qual elas podem desabrochar. È assim que um desejo interior surge dentro delas algum instinto misterioso entra em sintonia com o calor do sol e as flores se abrem e começam a exalar sua fragrância”.
Confesso que muitas vezes não consigo ser esse sol para o meu namorado, já errei muitas vezes por excesso de amor, sim digo excesso de amor porque como São Paulo diz: Faço o mal que não quero e o bem que quero muitas vezes não consigo.
Não tenho paciência com o processo dele e acabo machucando sua alma com minha pressa, desejando que ele cresça e amadureça a força, mas isso como o texto nos apresenta não é o melhor.
Precisamos aprender com o sol, e os raios que devemos lançar sobre a vida que nos é apresentada é o amor, só ele pode fazer a outra pessoa desabrochar e exalar o perfume de Cristo.
Que esse texto faça você repensar seus relacionamentos.
Texto por: Cintia Cn.
Em 18 de dezembro de 2009.
At.Pastoral da juventude

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